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Assembleia Municipal

Agosto 21, 2013 01:43 AM

Aceitei o convite  do Bloco de Esquerda da Trofa, pois tal como o Bloco de Esquerda comungo da ideia de que a Democracia Local é a base de toda a democracia!

Tal como  o Bloco de Esquerda,  sempre assumi a defesa da democracia participativa e de modelos de participação directa dos cidadãos nas políticas autárquicas.

É ao nível local, que a participação dos cidadãos pode e deve ser mais intensa, considerando a proximidade das respostas a dar às populações.

 Um novo e importante desafio coloca-se hoje ao nosso município:

- A abertura a uma nova geração de políticas locais, que assumam uma nova e sólida relação entre a cidadania e o governo autárquico.

Se há domínio gerador de desconfiança dos cidadãos face aos órgãos de poder local é o da opacidade democrática e da carência de fiscalização.

A nossa batalha é aumentar a eficiência, a transparência e a solidariedade na gestão da coisa pública. A Assembleia Municipal é o órgão autárquico por excelência, onde essa batalha deve ser continuamente travada.É o órgão autárquico, mais transparente e aberto à comunidade.

É o órgão autárquico, onde as linhas estratégicas para o nosso concelho são debatidas e votadas abertamente por todos e onde todas as propostas e denúncias são igualmente ouvidas por todos.

No Bloco de Esquerda, conhecemos bem a relevância das competências da Assembleia Municipal, como catalisador para o correcto e democrático funcionamento de um município.

 

Mónica Pinto da Silva

Opinião

Aconteceu no final do mês de outubro de 1979. Pela primeira vez – e, até hoje, a única no nosso país – as trabalhadores domésticas juntavam-se no Pavilhão dos Desportos de Lisboa para realizar o seu primeiro congresso nacional, sob o lema “Dizemos não à servidão”. Nos meses anteriores, o Sindicato do Serviço Doméstico multiplicara reuniões preparatórias e, em junho desse ano, lançara um Inquérito à Opinião Pública, que pretendia formar as delegadas sindicais no contacto com a população, pô-las a socializar, a comunicar na rua, a fazer entrevistas e a distribuir material, a chamar a atenção da sociedade para o Congresso.

A crise pandémica está a criar graves dificuldades financeiras a centenas de associações juvenis em Portugal. As mais de mil associações que compõem o panorama nacional nesta área correspondem a cerca de mil e quinhentos postos de trabalho diretos.